Que arda

30 de junho, 2020 Que
arda
A Argentina é um dos dez países do mundo que mais desmata. Todos os dias sacrificamos milhares de hectares de diversidade.
No Norte, a Amazônia brasileira registra recordes de derrubada. No Sul, queimadas destroçaram 250 mil quilômetros quadrados dos pântanos do Delta do Rio Paraná, uma das maiores bacias hidrográficas do mundo.
O norte argentino é uma mistura de bosques, montes impenetráveis e selvas. Em termos de diversidade é o segundo território mais importante da América do Sul, depois da floresta amazônica.

Leia a reportagem completa
As imagens das vacas pastando tranquilamente, que aparecem impressas nas etiquetas dos supermercados, escondem toda a violência física e principalmente o que acontece posteriormente – o passo a passo do agronegócio que a maioria das pessoas desconhece.
Nos últimos 30 anos, 300 empresários com nomes como Eduardo Eurnekian, Marcelo Mindlin, Alejandro Carlos Roggio e Maurício Macri acabaram com oito milhões de hectares de bosques nativos na Argentina.
Enquanto a maioria das atividades eram suspensas para evitar a propagação de Covid-19, um vírus que surgiu pelos estragos que fazemos à natureza, o agronegócio destruiu 15 mil hectares de matas.

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O agronegócio produz commodities: grãos, óleos, carnes, que valem o preço do mercado internacional, dos dólares que ingressam no país, e da capacidade que têm para manter a roda produtiva funcionando.
veja o vídeo “Somos nós, os camponeses, que alimentamos o mundo. E continuaremos alimentando se os empresários deixarem de destruí-lo”, diz Deolinda Carrizo, do Movimento Nacional Campesino Indígena.
Segundo um estudo do Ministério da Agricultura, na Argentina há quase dez milhões de hectares que pertencem a camponeses e indígenas. Terras sobre as quais o agronegócio deseja avançar.

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30 de junho, 2020 Que arda A Argentina é um dos dez países do mundo que mais desmata. Todos os dias sacrificamos milhares de hectares de diversidade.
No Norte, a Amazônia brasileira registra recordes de derrubada. No Sul, queimadas destroçaram 250 mil quilômetros quadrados dos pântanos do Delta do Rio Paraná, uma das maiores bacias hidrográficas do mundo.
O norte argentino é uma mistura de bosques, montes impenetráveis e selvas. Em termos de diversidade é o segundo território mais importante da América do Sul, depois da floresta amazônica.

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As imagens das vacas pastando tranquilamente, que aparecem impressas nas etiquetas dos supermercados, escondem toda a violência física e principalmente o que acontece posteriormente – o passo a passo do agronegócio que a maioria das pessoas desconhece.
Nos últimos 30 anos, 300 empresários com nomes como Eduardo Eurnekian, Marcelo Mindlin, Alejandro Carlos Roggio e Maurício Macri acabaram com oito milhões de hectares de bosques nativos na Argentina.
Enquanto a maioria das atividades eram suspensas para evitar a propagação de Covid-19, um vírus que surgiu pelos estragos que fazemos à natureza, o agronegócio destruiu 15 mil hectares de matas.

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O agronegócio produz commodities: grãos, óleos, carnes, que valem o preço do mercado internacional, dos dólares que ingressam no país, e da capacidade que têm para manter a roda produtiva funcionando.
“Somos nós, os camponeses, que alimentamos o mundo. E continuaremos alimentando se os empresários deixarem de destruí-lo”, diz Deolinda Carrizo, do Movimento Nacional Campesino Indígena.
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Segundo um estudo do Ministério da Agricultura, na Argentina há quase dez milhões de hectares que pertencem a camponeses e indígenas. Terras sobre as quais o agronegócio deseja avançar.

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