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QUEM SOMOS

Somos uma rede regional de jornalismo organizada em defesa de nossos sistemas alimentares (e futuros possíveis) em perigo.

Somos investigadores com respeito à ciência e aos direitos humanos que comunicamos uma realidade que nos colocou data de validade. 

Somos cronistas, comunicadores, repórteres.

Somos Bocado. Criamos, apoiamos e divulgamos investigações comestíveis de alta qualidade.

Sabemos que no campo, nos laboratórios e nas academias, nas redes sociais e pela televisão, em megalópoles e em povoados, nas gôndolas e nos pratos: na América Latina estamos protagonizando uma guerra pela comida. Um punhado de empresas quer nos alimentar com seus produtos do café da manhã ao adormecer, do primeiro ao último dias de vida, e por sua vez expandir os campos tóxicos que alimentam suas marcas.

Na linha de fogo está a sociedade, cada vez mais doente. O território, sendo destroçado. Nossa cultura, que deu à humanidade os alimentos mais gostosos, tornando-se cada vez mais cara e rara. Há milhões investidos para manipular nosso cérebro à luz da antiverdade, criar novos clientes e assentar as bases ideológicas, políticas e epistêmicas de um sistema que só sirva à expansão da indústria.

A defesa que lançamos? Informação. 

Informação veraz, sensível e profunda para construir uma realidade mais justa, democrática e diversa.

Queremos nos reunir, compartilhar, intercambiar, reportar e capacitarmo-nos juntos. Unir os jornalistas que trabalham em defesa da sociedade, dos territórios, do direito à informação e de tudo o que está em risco pelo sistema alimentar que tudo quebra.

Buscamos driblar a blindagem midiática que conseguiram as corporações por meio da publicidade e da precarização, criando recursos próprios para dar aos jornalistas isso que é sempre escasso: tempo e dedicação.

A comida é política e é hora de que o jornalismo alimentar tome uma posição valente, leve notícias para além dos leitores especializados.

Sabemos que trabalhamos em assuntos conflitivos em contextos ameaçadores. Para isso é crucial articular e conectar nossos projetos, apoiarmos uns aos outros para poder exercer nossa profissão com o amor, o compromisso e a segurança de que precisamos.

entre em contato pelo info@bocado.lat

Se você é jornalista em qualquer lugar da América Latina e quer ser parte de Bocado, está convidado

apoiadores

O Instituto Ibirapitanga é o doador principal de bocado, com um aporte irrestrito para trabalhos de reportagem e edição.
A Fundação Heinrich Böll realizou o aporte para a construção do site e das redes sociais de bocado.

Soledad Barruti

Soledad Barruti é jornalista e escritora. Trabalha em questões relacionadas à alimentação no rádio, televisão e várias mídias gráficas, como o jornal La Nación, The New York Times, Revista Gatopardo, Mu Magazine e Anfibia. Autora de dois best-sellers: Malcomidos, como a indústria de alimentos argentina está nos matando (2013) e Mala Leche, o supermercado como uma emboscada (2018).

João Peres

João Peres é jornalista e autor do livro Corumbiara, caso enterrado, finalista do Prêmio Jabuti 2015. Em 2017, junto com Moriti Neto, criou O Joio e O Trigo, a única página de jornalismo no Brasil dedicada exclusivamente à pesquisa em alimentos. Em parceria com UOL, Carta Capital e The Intercept, eles denunciaram estratégias corporativas e falhas de poder político para proteger o direito humano à alimentação adequada.

Moriti Neto

Moriti Neto é jornalista e professor universitário. Foi editor do site da Rede Brasil Atual, repórter e colunista da Revista Fórum – Outro Mundo em Debate – e repórter da revista Caros Amigos. Também editou e reportou em diversos jornais e sites do interior de São Paulo. Foi repórter e colunista do blog Nota de Rodapé, coletivo que venceu o prêmio Top Blog Brasil de 2012. Como professor, coordenou o projeto editorial do jornal laboratório Matéria-Prima, do curso de Jornalismo da FAAT- Faculdades, que, em edição especial sobre recursos hídricos publicada no ano de 2013, recebeu quatro premiações no Prêmio Yara de Comunicação, que celebrou os 20 anos do Comitê PCJ.

Paula Mónaco Felipe

Paula Mónaco Felipe é jornalista argentina radicada no México. Trabalha com questões de direitos humanos e publica reportagens em mídia como The New York Times, Revista Gatopardo, Newsweek, Soho e Periodistas de a pie. Autora do livro Ayotzinapa, horas eternas e coautora de Palavras como golpes, como balas, ambos de 2019.
Galardoada com o Prêmio Nacional de Jornalismo do México (2019)

Marina Estarque

Marina Estarque é jornalista brasileira, baseada em São Paulo, editora do Bocado e repórter do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas em Austin. Trabalhou para veículos como Folha, Estadão, O Dia e Agência Lupa. Foi correspondente no Brasil da emissora internacional da Alemanha, Deutsche Welle. Trabalhou como repórter na Rádio ONU em Nova York, na rádio da DW África na Alemanha e no jornal La Voz de Galicia na Espanha. É mestre em edição jornalística pela Universidade da Coruña.

Miguel Tovar

Miguel Tovar é fotojornalista. Aborda temas relacionados com direitos humanos, crime político e corrupção. Trabalha para The New York Times e Revista Gatopardo. Em 2020, recebeu o primeiro prêmio da World Press Photo.

Mike Arista

Mike Arista é jornalista argentino, trabalhou em mídias digitais e colaborou em publicações editoriais. Em 2017, fundou o site Homenaje al Conurbano; se somou a Bocado para gerenciar redes sociais e expandir a voz da nossa rede em português, espanhol e inglês.

Denise Matsumoto

Denise Matsumoto é designer, formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, e atua desde 2008. Trabalhou em produtoras, agências e escritórios de design como Moovie, Questtonó, Espaço Húmus e Ideal H+K; e colaborou como freelancer para diferentes clientes, como Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal e Motivare. É designer no Joio e na Editora Elefante, além de participar do Coletivo Pólvora.

Pie de Página es un portal periodístico independiente, conformado por una red de periodistas nacionales e internacionales expertos en temas sociales y de derechos humanos.

En Pie de Página nos importa la información que tiene que ver con la gente, que explica las causas y consecuencias de las decisiones de los grupos de poder en su vida cotidiana, pero que también abre espacios para la reflexión, la búsqueda de soluciones y la vinculación con los mecanismos de cambio.

Creemos en la denuncia y en el acceso a la información pública para la rendición de cuentas por parte de las autoridades y la toma de decisiones por parte de ciudadanos.

En Pie de Página trabajamos en equipo, somos periodistas, fotógrafos, diseñadores gráficos, entendiendo que ahora más que nunca la vinculación de distintas disciplinas y regiones nos permitirán generar información útil y poco visibilizada.

El portal es también un espacio solidario para periodistas desplazados por su trabajo y censurados por las líneas editoriales de los medios, que buscan un medio para difundir la información que incomoda a los grupos de poder, además de las condiciones amenazantes o que ponen en riesgo su trabajo.

Pie de Página fue elaborado con el apoyo del Instituto Mexicano de Derechos Humanos y Democracia y la unión Europea, como parte del proyecto “Refuerzo de las Capacidad de los Periodistas para la Promoción de los Derechos Humanos y de las Reformas Democráticas”, en ningún caso debe considerarse que los contenidos reflejan la opinión de la Unión Europea.

Es el único medio de investigación periodística que existe en Haití. Fue fundado en 2017 en Puerto Príncipe. Nació del deseo de volver a conectar con los fundamentos del periodismo, de buscar la verdad para permitir que la prensa desempeñe su papel de contrapoder. EA está centrado en un periodismo de calidad; cree en el libre acceso a la información y en ofrecer contenidos multimedia de calidad.

Contracorriente es un medio digital que apuesta por el periodismo de profundidad e investigación con formatos transmedia basándose en la producción de contenidos que cuenten la realidad de Honduras y la región teniendo como pilares fundamentales la innovación y las nuevas narrativas para contar lo que sucede apegados a la verdad.

Jennifer Ávila, periodista y documentalista hondureña, y Catherine Calderón comunicadora freelance y publicista, son las fundadoras de este espacio que busca contribuir a la opinión pública, en aquellos temas que la población en general no conoce a profundidad, debido a la monopolización de los medios y la polarización de la información.

El Laboratorio de Periodismo en Opinión Pública es un medio ubicado en Guanajuato México, quienes lo integramos estamos firmemente convencidos de la necesidad de reinventarnos, de probar nuevos instrumentos, de ensayar, equivocarnos y, si se puede, alguna vez acertar.

Queremos retomar todo lo que probadamente ha sido bueno en el oficio al que nos dedicamos: la confirmación de los hechos, la recurrencia a fuentes confiables, la elaboración de contextos explicativos, aunque sacrifiquemos la velocidad para entregar una historia más completa, mejor contada, con soportes a toda prueba.

Creemos que en esta historia aún hacen falta muchos capítulos y lo mejor está por escribirse.